TOTVS

Relações com Investidores

Comitê de Auditoria

Membros do Comitê

Nome Posição
Gilberto Mifano Coordenador do Comitê

O Sr. Gilberto Mifano é formado em Administração pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (1972). Atualmente, além de Conselheiro Independente e membro dos comitês de Auditoria e Governança da TOTVS S.A., o Sr. Gilberto é Conselheiro Independente e membro dos comitês de Auditoria, Finanças e Pessoas da Cielo S.A., Conselheiro Independente e membro do Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos e Finanças da Natura S.A., Conselheiro Independente da Construtora Pacaembu S.A, Conselheiro Consultivo da Pragma Gestão de Patrimônio Ltda, Conselheiro Deliberativo da RAPS – Rede de Ação Política pela Sustentabilidade, Conselheiro Fiscal do Instituto Arapyaú de Educação e Desenvolvimento Sustentável e Conselheiro Fical do CIEB – Centro de Inovação para a Educação Brasileira. Anteriormente, entre 2014 e 2019, foi Conselheiro de Administração Independente da Ambar S/A. até 2017, Conselheiro Independente da Baterias Moura S/A até 2014; e Conselheiro Fiscal do Instituto Natura, até 2017 e Membro Independente do Comitê de Sustentabilidade e Governança do Banco Santander Brasil S/A até 2016. Principais Contribuições para a Companhia: Governança Corporativa; Finanças Corporativas; e Gestão de Negócios.

Mauro Gentile Rodrigues da Cunha Membro do Comitê

O Sr. Mauro Rodrigues da Cunha é graduado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e com MBA pela Universidade de Chicago. Exerce a função de Presidente do Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal, e possui mais de 25 anos de experiência em mercado de capitais e governança corporativa. Atuou de 2012 a 2019 como Presidente da AMEC – Associação dos Investidores no Mercado de Capitais. Antes disso, atuou em diversas gestoras de recursos e instituições financeiras, incluindo Mauá Investimentos, Franklin Templeton (Brasil), Bradesco Templeton, Investidor Profissional, dentre outras. Foi ainda Presidente do Conselho de Administração do IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Hoje atua ainda como membro do Conselho de Administração e Coordenador do Comitê de Auditoria da Eletrobrás – Centrais Elétricas Brasileiras, membro do Conselho de Administração e Coordenador do Comitê de Auditoria da brMalls Participações, e membro do Conselho de Administração da Klabin. Principais Contribuições para a Companhia: Mercado de Capitais; Governança Corporativa; e Finanças Corporativas.

Ricardo Baldin Membro do Comitê

O Sr. Ricardo Baldin é formado em Ciências Contábeis pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS (1978) e possui Especialização em Finanças pela Fundação Dom Cabral (2006) e Administração Executiva pela Fundação Getulio Vargas (2007). Atualmente é membro do Comitê de Auditoria da TOTVS e membro do Conselho de Administração da XP Inc., e também atua como Coordenador do Comitê de Auditoria da Alpargatas, ENEVA e CBMM. Anteriormente, atuou como membro do Conselho de Administração do Fundo Garantidor de Crédito em 2019 e de seu Conselho Fiscal em 2018. Foi membro do Conselho de Administração da Ecorodovias entre 2018 e 2020 e da Braskem em 2019. No período de maio de 2016 a julho de 2017, exerceu o cargo de Diretor de Controladoria, Tecnologia e de Controles Internos, Riscos e Compliance no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, sendo considerado, portanto, uma pessoa exposta politicamente. Dentre os seus principais projetos destacam-se a aquisição do Banco Nacional pelo Unibanco, a fusão do Itaú-Unibanco, a avaliação do Sistema Financeiro Público Nacional, projetos de avaliação para aquisição (Sudameris, Banespa, etc) e auditorias financeiras em grandes bancos nacionais. Principais Contribuições para a Companhia: Finanças Corporativas, Gestão de Negócios; e Governança Corporativa.

O Comitê de Auditoria deve ser composto por, no mínimo, 3 (três) membros, sendo a maioria Conselheiros, todos independentes e ao menos 1 (um) deles deve ter reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária.

Compete ao Comitê de Auditoria:

(i) Direcionar a Diretoria na determinação dos parâmetros do modelo de gestão de riscos e avaliar periodicamente as políticas de gerenciamento de riscos, seus recursos e tolerância máxima a riscos;

(ii) Opinar sobre as propostas dos órgãos da administração, a serem submetidas à Assembleia Geral, relativas a modificação do capital social, emissão de debêntures ou bônus de subscrição, planos de investimento e/ou orçamentos de capital, distribuição de dividendos, transformação, incorporação, fusão ou cisão, questões tributárias e operações financeiras estruturadas de mercado;

(iii) Avaliar, em conjunto com a Diretoria Jurídica, todas as questões legais e/ou contingências que possam ter impacto significativo sobre as demonstrações financeiras;

(iv) Avaliar periodicamente a adequação dos relatórios gerenciais da administração, referentes a aspectos contábeis, de resultados financeiros e de gestão de riscos, em relação a sua integridade, forma, conteúdo e distribuição (acesso às informações);

(v) Avaliar a adequação dos recursos humanos e financeiros destinados à gestão de riscos da organização;

(vi) Analisar as atividades, estrutura organizacional e qualificações do Departamento de Auditoria Interna;

(vii) Aprovar o Plano Anual de Auditoria Interna, levando em consideração a adequada cobertura de riscos;

(viii) Recomendar ao Conselho sobre os auditores externos a serem contratados pela Companhia, bem como a substituição de tais auditores, e opinar sobre a sua contratação para qualquer outro serviço; analisar o escopo e o enfoque propostos pelos auditores externos e avaliar seus honorários e resultados dos serviços prestados, supervisionando suas atividades, a fim de avaliar: (i) a sua independência; (ii) a qualidade de serviços prestados; e (iii) a adequação dos serviços prestados às necessidades da Companhia;

(ix) Revisar e opinar previamente sobre a submissão ao Conselho, divulgação e arquivamento junto à CVM: os relatórios gerenciais de resultados trimestrais (press release); as Demonstrações Financeiras; o Relatório de Administração; Formulários ITR – Informações Trimestrais, DFP – Demonstrações Financeiras Padronizadas;  Formulário de Referência;  Proposta da Administração à Assembleia Geral sobre os itens de sua competência e documentos correlatos;

(x) Reunir-se com os auditores externos para tratar de mudança e/ou manutenção de princípios e critérios contábeis; uso de reservas e provisões; estimativas e julgamentos relevantes utilizados na elaboração das demonstrações financeiras; métodos de avaliação de risco e os resultados dessas avaliações; mudanças do escopo da auditoria; áreas de alto risco; deficiências relevantes e falhas significativas nos controles internos; conhecimento de atos ilegais; e efeitos de fatores externos (econômicos, normativos e setoriais) sobre os relatórios financeiros e sobre o processo de auditoria;

(xi) Avaliar a adequação dos controles adotados para a verificação do cumprimento das normas contidas na Política de Negociação de Valores Mobiliários e na Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante e acompanhar sua implementação;

(xii) Monitorar a implementação das recomendações feitas pelo Departamento de Auditoria Interna e pelos auditores externos;

(xiii) Acompanhar as manifestações encaminhadas através do canal de denúncias da Companhia, zelando pelo cumprimento do Código de Ética e Conduta, alertar ao Conselho sobre fraudes e/ou crimes e sugerir providências;

(xiv) Avaliar, monitorar, e recomendar à administração a correção ou aprimoramento das políticas internas da Companhia, incluindo a política de transações entre partes relacionadas;

(xv) Avaliar e monitorar, juntamente com a administração, a Diretoria de Riscos e Compliance e a Diretoria Jurídica da Companhia, a adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela Companhia e suas respectivas evidenciações;

(xvi) Acompanhar as ocorrências de descumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis à Companhia, além de regulamentos e códigos internos, inclusive com previsão de procedimentos específicos para proteção do prestador e da confidencialidade da informação;

(xvii) Elaborar um relatório anual a ser apresentado juntamente com as demonstrações financeiras, contendo, no mínimo, as seguintes informações: (a) as atividades exercidas no período, os resultados e conclusões alcançados; (b) a avaliação da efetividade dos sistemas de controles internos e de gerenciamento de riscos corporativos da Companhia; (c) a descrição das recomendações apresentadas à administração da Companhia e as evidências de sua implementação; (d) a avaliação da efetividade das auditorias independente e interna; (e) a avaliação da qualidade dos relatórios financeiros, de controles internos e de gerenciamento de riscos corporativos referentes ao período; e (f) quaisquer situações nas quais exista divergência significativa entre a administração da Companhia, os auditores independentes e o Comitê em relação às demonstrações financeiras da Companhia; e

(xviii) Opinar sobre as matérias que lhe sejam submetidas pelo Conselho, bem como sobre aquelas que considerar relevantes.

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras – 2019

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras – 2018

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras – 2017

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras – 2016

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras – 2015

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras – 2014

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras – 2013

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras – 2012

Última atualização em 25 de julho de 2020
Fechar