TOTVS

Relações com Investidores

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Comitê de Auditoria

 

Membros do Comitê

       Nome Posição
Gilberto Mifano Coordenador do Comitê
O Sr. Gilberto é formado em Administração pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (1972). Atualmente, o Sr. Gilberto atua como Conselheiro da Cielo S.A, além de ser membro dos Comitês Auditoria e de Finanças e Pessoas, Conselheiro da Ambar, Conselheiro e Membro do Comitê de Auditoria da Natura S.A., Conselheiro consultivo da Pragma Gestão de Patrimônio, Conselheiro consultivo da Pacaembu Empreendimentos e Construções Ltda. Conselheiro Fiscal do Instituto Arapyaú de Educação e Desenvolvimento Sustentável, Conselheiro Fiscal do CIEB e do Fundo Patrimonial Amigos da Poli. Nos últimos 5 anos atuou como Conselheiro, Vice-presidente e Presidente do Conselho de Administração do IBGC - Instituto Brasileiro de Governança Corporativa; Conselheiro Independente da SEB Educacional S/A; Conselheiro Independente da Baterias Moura S/A e Conselheiro Independente da Isolux Infraestructure S/A. Antes disso, entre 1994 a 2009, o Sr. Gilberto atuou como CEO da BOVESPA - Bolsa de Valores de So Paulo e da CBLC - Cia Brasileira de Liquidação e Custódia.
Mauro Gentile Rodrigues da Cunha Membro do Comitê
O Sr. Mauro Gentile Rodrigues da Cunha é Presidente da AMEC – Associação dos Investidores no Mercado de Capitais desde abril de 2012 e Conselheiro da BR Malls. Antes disso, foi gestor da Opus Investimentos Ltda. no Rio de Janeiro de outubro de 2010 a março de 2012. Em São Paulo, foi presidente do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – IBGC no período de maio de 2008 a abril de 2010 e conselheiro de maio de 2003 a abril de 2008, tendo sido seu representante no Brasil e no exterior. Foi sócio sênior e diretor de Investimentos de Renda Variável da Mauá Investimentos Ltda. de julho de 2007 a setembro de 2010, diretor de Investimentos de Renda Variável da Franklin Templeton Investimentos (Brasil) Ltda. de março de 2006 a julho de 2007 e diretor de Investimentos da Bradesco Templeton Asset Management de agosto de 2001 a março de 2006. Registra passagens ainda pela Investidor Profissional, Morgan Stanley Asset Management, Deutsche Morgan Grenfell, Bank of America e Banco Pactual. Atualmente participa do Conselho de Administração da Usiminas, Par Corretora e CESP. Foi Conselheiro de Administração da Petrobras, BR Distribuidora e Trisul. É Chartered Financial Analyst – CFA desde 1997, MBA pela Escola de Graduação de Negócios da Universidade de Chicago (1998), e Bacharel em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio (1992). Atua ainda como Professor de Governança Corporativa e consultor.
Paulo Caputo Membro do Comitê
O Sr. Paulo é formado em Direito pela Universidade de São Paulo (1982), e, ainda, é pós graduado em Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral/Insead (2005). Desde 2009, o Sr. Paulo é Sócio Fundador da Ória Gestão de Recursos Ltda.  Desde 2016, o Sr. Paulo é membro independente do Conselho de Administração da CSU CardSystem. Foi Presidente do Conselho de Administração da Bematech S.A. (2013-2016), foi CFO/COO e Diretor de M&A da Datasul S.A. (1995-2008) e foi Diretor Vice-presidente de Estratégia da TOTVS S.A. (2008-2009).

O Comitê de Auditoria deve ser composto por, no mínimo, 3 (três) membros, sendo a maioria Conselheiros, todos independentes e ao menos 1 (um) deles deve ter reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária. 

Compete ao Comitê de Auditoria:

(i) Direcionar a Diretoria na determinação dos parâmetros do modelo de gestão de riscos e avaliar periodicamente as políticas de gerenciamento de riscos, seus recursos e tolerância máxima a riscos;

(ii) Opinar sobre as propostas dos órgãos da administração, a serem submetidas à Assembleia Geral, relativas a modificação do capital social, emissão de debêntures ou bônus de subscrição, planos de investimento e/ou orçamentos de capital, distribuição de dividendos, transformação, incorporação, fusão ou cisão, questões tributárias e operações financeiras estruturadas de mercado;

(iii) Avaliar, em conjunto com a Diretoria Jurídica, todas as questões legais e/ou contingências que possam ter impacto significativo sobre as demonstrações financeiras;

(iv) Avaliar periodicamente a adequação dos relatórios gerenciais da administração, referentes a aspectos contábeis, de resultados financeiros e de gestão de riscos, em relação a sua integridade, forma, conteúdo e distribuição (acesso às informações);

(v) Avaliar a adequação dos recursos humanos e financeiros destinados à gestão de riscos da organização;

(vi) Analisar as atividades, estrutura organizacional e qualificações do Departamento de Auditoria Interna;

(vii) Aprovar o Plano Anual de Auditoria Interna, levando em consideração a adequada cobertura de riscos;

(viii) Recomendar ao Conselho sobre os auditores externos a serem contratados pela Companhia, bem como a substituição de tais auditores, e opinar sobre a sua contratação para qualquer outro serviço; analisar o escopo e o enfoque propostos pelos auditores externos e avaliar seus honorários e resultados dos serviços prestados, supervisionando suas atividades, a fim de avaliar: (i) a sua independência; (ii) a qualidade de serviços prestados; e (iii) a adequação dos serviços prestados às necessidades da Companhia;

(ix) Revisar e opinar previamente sobre a submissão ao Conselho, divulgação e arquivamento junto à CVM: os relatórios gerenciais de resultados trimestrais (press release); as Demonstrações Financeiras; o Relatório de Administração; Formulários ITR – Informações Trimestrais, DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas;  Formulário de Referência;  Proposta da Administração à Assembleia Geral sobre os itens de sua competência e documentos correlatos;

(x) Reunir-se com os auditores externos para tratar de mudança e/ou manutenção de princípios e critérios contábeis; uso de reservas e provisões; estimativas e julgamentos relevantes utilizados na elaboração das demonstrações financeiras; métodos de avaliação de risco e os resultados dessas avaliações; mudanças do escopo da auditoria; áreas de alto risco; deficiências relevantes e falhas significativas nos controles internos; conhecimento de atos ilegais; e efeitos de fatores externos (econômicos, normativos e setoriais) sobre os relatórios financeiros e sobre o processo de auditoria;  

(xi) Avaliar a adequação dos controles adotados para a verificação do cumprimento das normas contidas na Política de Negociação de Valores Mobiliários e na Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante e acompanhar sua implementação;

(xii) Monitorar a implementação das recomendações feitas pelo Departamento de Auditoria Interna e pelos auditores externos;  

(xiii) Acompanhar as manifestações encaminhadas através do canal de denúncias da Companhia, zelando pelo cumprimento do Código de Ética e Conduta, alertar ao Conselho sobre fraudes e/ou crimes e sugerir providências;

(xiv) Avaliar, monitorar, e recomendar à administração a correção ou aprimoramento das políticas internas da Companhia, incluindo a política de transações entre partes relacionadas;

(xv) Avaliar e monitorar, juntamente com a administração, a Diretoria de Riscos e Compliance e a Diretoria Jurídica da Companhia, a adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela Companhia e suas respectivas evidenciações;

(xvi) Acompanhar as ocorrências de descumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis à Companhia, além de regulamentos e códigos internos, inclusive com previsão de procedimentos específicos para proteção do prestador e da confidencialidade da informação;

(xvii) Elaborar um relatório anual a ser apresentado juntamente com as demonstrações financeiras, contendo, no mínimo, as seguintes informações: (a) as atividades exercidas no período, os resultados e conclusões alcançados; (b) a avaliação da efetividade dos sistemas de controles internos e de gerenciamento de riscos corporativos da Companhia; (c) a descrição das recomendações apresentadas à administração da Companhia e as evidências de sua implementação; (d) a avaliação da efetividade das auditorias independente e interna; (e) a avaliação da qualidade dos relatórios financeiros, de controles internos e de gerenciamento de riscos corporativos referentes ao período; e (f) quaisquer situações nas quais exista divergência significativa entre a administração da Companhia, os auditores independentes e o Comitê em relação às demonstrações financeiras da Companhia; e

(xviii) Opinar sobre as matérias que lhe sejam submetidas pelo Conselho, bem como sobre aquelas que considerar relevantes.

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras - 2018

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras - 2017

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras - 2016

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras - 2015

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras - 2014

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras - 2013

Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras - 2012

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